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Contraste

Twilight e derivados conseguiram a minha mais profunda aversão. Não enguli essa estória de vampiro super-man e lobisomem musculoso que disputam o amor da mocinha e bla bla bla. Mas aí vem a trilha sonora do terceiro filme da saga, Eclipse (baseado, obviamente, no livro homônimo) e tenho que admitir: ao menos nisso acertaram.

Provavelmente pra fazer um contraste com a estourada franquia cinematográfica/literária, a soundtrack de Eclipse baseia-se em nomes da música indie (ok, nem tão indies assim), como Bat For Lashes, Vampire Weekend e Florence and the Machine. Como é de se esperar, há uma certa linearidade entre as faixas, mas nada que afete a qualidade dos artistas, que bem se distinguem.

As canções parecem se dividir entre rômanticas, como My Love, da Sia, e o já single do Muse, Neutron Star Colision — que passa um pouco do ponto e chega a ser melosa; outras mais densas, como Roling On a Burning Tire, do Dead Weather e Heavy in Your Arms, lindíssima da Florence + The Machine; e algumas outras descontraídas, como não poderia deixar de ser a faixa interpretada por  um Vampire Weekend ligeiramente diferente do habitual e What Part of Forever do vocal do Gnarls Barkley, Cee-Lo Green.

Não que Twilight vá melhorar alguma coisa com uma trilha dessas, mas achei que, comparada à onde pertence, merece ser ouvida várias vezes. Só assim pra alguma coisa com o nome da franquia receber a minha atenção.

Nota: 7,0

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The Year in a post #2- 10 Músicas

10. Lady GaGa- Bad Romance 

9. Micachu- Just in Case

8. Gossip- Love Long Distace

7. Bat For Lashes- Pearl’s Dream

6. Jenny Wilson- Like a Fading Rainbow

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The Year in a post #1- 5 melhores álbuns do ano

5º- Ray Guns are Not Only Just the Future– The Bird and the Bee

Através de canções muito agradáveis aos ouvidos, daquelas que parecem sorrir quando são executadas, o segundo álbum do duo americano lançado no ínicio do ano cria maravilhosas melodias que parecem complementar umas as outras ao decorrer dos 45 minutos e me provou que o eletrônico não precisa ser o 8 das músicas de pista nem o 80 do downtempo e do trip-hop e que o Indie pode muito bem ser Pop.

4º-Dance Mother- Telepathe

Sombrio, entorpecido e supreendente são três adjetivos que definem muito bem o debut das Nova-iorquinas do Telepathe, que já foi comentado por aqui. Me encantei por suas enigmáticas faixas logo quando ouvi Devil’s Trident pela primeira vez. Me apaixonei pela sua obscuridade que luta para não ser logo quando terminei de ouvir o ‘Mother’ pela primeira vez. E descobri sua vastidão quando decidi escrever sobre.

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