Arquivo do mês: janeiro 2010

Tomorrow in a Year

Após alguns meses de espera, desde que o lançamento foi anunciado, vazou hoje a tão comentada ópera do The Knife com a colaboração de Mt. Sims e Planningtorock (afinal, créditos sejam dados; não foi um trabalho solo). Tomorrow in a Year está bem diferente do Knife, o que era de se esperar. O álbum conta com 16 faixas, divididas em 2 discos. Por se tratar de uma ópera, faixas longas não são nenhuma surpresa.

Para quem quiser ouvir o álbum na integra pelo site do The Knife, é só clicar aqui

Ou se preferir baixar…
Download: Tomorrow In a Year /Deposit Files/MP3/157Mb

Link via: Frikadica

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Husky Rescue- Ship Of Light (2010)

Quando o Husky Rescue liberou o primeiro single do álbum novo, We Shall Burn Bright”, uma mudança parecia prestes a tomar conta da banda. Hoje, após ouvir o Ship of Light pela primeira vez, achei que ela tinha chegado — e como tinha.
“Estão mais animados e energéticos, nem parece a mesma banda do Country Falls” foi o que pensei logo após os primeiros segundos de Wolf Trap Motel, já tendo ouvido Fast Lane e Sound of Love (e ‘We Shall’, claro). Manti essa opinião até resolver ouvir aos outros discos da banda para ver se encontrava um protótipo de “Ship” em alguns detalhes das (nem tão) velhas canções. Mas ao invés de sinais escondidos, o que me veio foi a clara noção de que nada estava diferente, só estava renovado.Uma renovação baseada na jovialidade adotada pela banda, evidenciada logo na bela Soud of Love, sucessora da faixa de abertura (First Call), onde a bela voz de Reeta-Leena parece se fundir a um instrumental de guitarras marcantes e sintetizadores que chegam a lembrar um pouco os suecos do ABBA. Em Fast Lane, a faixas mais “roqueiras” do álbum –ou até mesmo da banda–, parece que Reeta descobre nossos pensamentos acerca da sonoridade do álbum quando diz “Don’t say we’re going too fast”. Ao ouvir Wolf Trap Motel é como se eu caisse novamente nos sonhos de Ghost Is Not Real e um mundo se erguesse a minha volta, peça por peça, cada vez que um novo instrumento se adiciona à musica. E ao início de Man of Stone, percebi que não iria sair deste sonho — ou pelo menos não tão cedo.
Após um leve despertar em When Time Was On Their Side, somos puxados novamente ao mundo onírico na triste Grey Pasture, Still Waters, que pessoalemente me pareceu uma volta à trilogia Blueberry Tree, do álbum anterior, após uma estiagem que tirou a beleza vibrante que antes havia naquele lugar. Parecendo que há uma sequência lógica no álbum, somos acordados pela erfervescência de We Shall Burn Bright para depois retornar a mesma atmosfera perpetuada desde a quarta faixa, agora em They Are Coming e na espetacular Beautiful My Monster, que encerra o álbum e nos dá vontade de começar a ouvir tudo de novo.
Ship of Light é um ótimo álbum e tudo é uma questão de adaptação às mudanças, mesmo que pequenas. O que difere-o dos demais é seu ambiente de músicas mais rápidas, a exploração de novos âmbitos musicais.Passado três álbuns, os Huskys me surpreenderam com um álbum novo, que é mais do que uma releitura de seus antecessores e que apesar das mudanças no som, eles continuam os mesmos. E isto é, ao meu ver, ótimo.

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2010

Mais um ano e uma década inauguram-se e trazem, claro, lançamento aguardados. Apenas no primeiro trimestre deste ano que se inicia, uma enxurrada de álbuns está pronta para inundar nossos ouvidos e lotar nossos HDs (pra quem baixa música, que deve muito bem ser o seu caso).

E se sua compatibilidade comigo no Last FM. é relevante, entre na expectativa junto comigo por discos que com certeza vão dar um ótimo iníco a 2010.

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